Drayton Nejaim Filho
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Drayton Nejaim Filho: 10 anos de LIDE-PE

Antes de mais nada, é importante ressaltar que para mim é uma honra e grande satisfação trazer esse amigo querido, que inclusive foi padrinho do meu casamento, para a coluna By Manu nessa edição que celebra os oito anos desde a primeira edição da revista Paradigma. Trata-se de Drayton Nejaim Filho (48), que foi meu primeiro chefe, quando ainda estava terminando meus estudos e a quem sou muito grata por todos os ensinamentos que pude extrair durante os três anos de convivência com esse grande professor, afinal de contas, quem me conhece sabe que quando cheguei na Revista Negócios PE, nunca havia vendido nada na vida, nem uma caixinha de chicletes. 

Drayton Nejaim Filho é natural de Caruaru, filho de um grande político das décadas de 50 a 80, Drayton Nejaim. Mesmo carregando o nome do pai, político conhecido por posições marcantes, por outro lado, Drayton Filho trilhou seu próprio caminho e conseguiu atingir seu objetivo de exercer uma atividade pública, sem a necessidade de ter um mandato ou cargo público. E fez isso através do Grupo de Líderes Empresariais de Pernambuco (LIDE-PE) – organização que fundou em 2011 e preside até hoje – reunindo 600 lideranças empresariais pernambucanas, número que garantiu ao nosso Estado a segunda maior unidade do sistema LIDE no mundo. Assim, a organização que foi fundada em São Paulo no ano de 2003 pelo atual Governador de São Paulo João Dória está presente em 11 países e 20 cidades do Brasil. 

Drayton Nejaim Filho

Graduado em Administração pela UFPE com MBA em Marketing pela FGV, Drayton começou sua trajetória profissional na multinacional Amway, onde trabalhou por seis anos e foi seu distribuidor direto. Empreendedor por vocação, fundou em 1997 o ICAP Educação Empresarial. Em paralelo, e durante 15 anos foi professor dos MBA’s de Administração da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Comunicador nato, antes de mais nada, estreou nesse período seu primeiro programa de entrevistas, Ponto de Equilíbrio na TV Universitária/Cultura; durante uma década e meia apresentou revistas eletrônicas na TV Guararapes/Band, TV Jornal/SBT e TV Tribuna/Record e tornou-se colunista empresarial na Folha de Pernambuco durante 07 anos. Em 2007, junto com Omar Aguiar e Daniel Asfora, fundou a Editora Negócios, que produziu guias setoriais, livros de negócios e a Revista Negócios PE que circulou até dezembro de 2019. Drayton Nejaim também é autor do livro Pernambuco Empresarial, que foi adotado por 20 cursos de Administração em faculdades pernambucanas. Conversei com ele na celebração dos 10 anos das atividades do LIDE em Pernambuco.

Manu Asfora – Quem é Drayton Nejaim Filho?

Drayton Nejaim Filho – Meus amigos mais antigos vão dizer que existem vários “Draytons”. O comunicador, o cara que tem um bom network. O Drayton de Caruaru. O que tem uma veia política, etc. É difícil falar de si. Me acho uma boa pessoa. Estou em busca de melhorar como ser humano. Sou caseiro adoro viajar. E sou muito transparente. Estou muito objetivo para a vida. Reconhecendo que existem relações incompatíveis e deixando de insistir nelas. Pedindo humildade para compreender as diferenças sem julgar. Eu trabalho muito, acredito na presença de Deus e estou vivendo uma união maravilhosa com Alexsandra Siqueira Campos, uma mulher extraordinária com quem tenho construído uma relação de amor, cumplicidade e paz.

Manu Asfora – Desses vários “Draytons”, qual foi o Drayton de 2020?

Drayton Nejaim Filho – Eu estou feliz e vivendo um momento de equilíbrio e sabedoria. Eu olho para trás, me sinto novo ainda com 48 anos e penso: ‘Que massa, estou com 48 me achando um cara maduro para muita coisa’. Isso me traz alegria porque me dá a sensação que todo o barro que eu comi batendo em tantas portas valeram a pena. Uma outra coisa fantástica é que eu adoro fazer o que eu faço, então eu não estou olhando a vida pensando em tudo que eu ainda não conquistei. Pelo contrário. Eu acordo e agradeço: “Senhor, obrigado. Eu faço o que gosto.” Passei a a minha vida fazendo o que sempre gostei de fazer, que foi me comunicar. 

Manu Asfora – Como foi a sua infância? Quais são suas influências?

Drayton Nejaim Filho – A família Nejaim é de origem libanesa. A família migrou para cá na época da Guerra Civil. E construiu com muito trabalho uma trajetória honrada a partir do meu avô, Jaime Nejaim. Eu sou do interior de Pernambuco. Morei em Caruaru até os 10 anos e trouxe de lá a minha capacidade de me aproximar das pessoas. No interior a gente se aproxima das pessoas com menos burocracia e mais afetividade. Vim estudar no Recife carregando o nome de papai, um personagem importante da política de Pernambuco entre as décadas de 50 e 80.

Lidar com isso poderia ser positivo ou negativo. Todo mundo conhecia Drayton Nejaim e todo mundo conhecia as posições de Drayton. Papai foi sábio para mim. Me trouxe de Caruaru para Recife para que eu tivesse a oportunidade de me desenvolver profissionalmente sem a obrigação de entrar na política. E me orientou sobre as mudanças da política e suas consequências para um jovem com o meu temperamento e contexto.

Vida pessoal

Minha mãe, a advogada e defensora pública Cleonice Nejaim, era de Monteiro no interior da Paraíba e foi tudo na minha vida.. Mamãe era muito boa e generosa, Ficou órfã muito nova de pai e de mãe e teve que lutar muito para conseguir crescer. Era bonita, inteligente e simples. Era mais dura e não se abria com facilidade. Eu fui filho único e num determinado tempo éramos como irmãos. Quando eu nasci, minha mãe, mãe de primeira viagem, precisou de ajuda. Então a minha avó, Dona Santinha, pediu a uma funcionária criada na casa dos meus avós para ajudar ela. Lica veio para passar 40 dias, mas passou a vida toda me criando e é minha madrinha de batismo. Como ela não teve filhos, era muito afetiva comigo, então herdei dela uma parte do temperamento e o carinho em abraçar e beijar. Foi uma segunda mãe.

Meu pai, minha mãe e Lica me ensinaram muita coisa, eu devo minha vida a eles. Papai era o cara das lições e minha mãe era quem educava na prática, no dia a dia. E Lica era o braço de Dona Nice. Então eu tive uma pessoa no dia a dia e eu tive um cara que me chamava para dizer no que eu tinha acertado e no que eu tinha errado. Eu tive muita sorte de acreditar no meu pai e acreditar na minha mãe porque às vezes a gente perde muito tempo se contrapondo, questionando.

Manu Asfora – Lembra na época em que trabalhávamos juntos de uma moldura que você tinha no seu escritório com uma reportagem do fundador do LIDE? 

Drayton Nejaim Filho – Essa reportagem é de janeiro de 2007. Naquela ocasião, eu não tinha a menor ideia de que conheceria o então fundador e presidente do LIDE, o jornalista João Dória. Eu o acompanhava como telespectador porque comecei a fazer televisão em 2002 e ele, desde a década de 90, apresentava o programa Show Business e eu prestava atenção porque ele se conectava com empresários do Brasil todo e eu buscava fazer esse trabalho em Pernambuco.

Quando eu li essa entrevista dele as páginas amarelas da Revista Veja, eu gostei e coloquei num sanduíche de vidro. Eu não tinha a menor ideia que em 2011, quatro anos depois, teria uma conexão profissional com ele. Só em 2011 quando fui convidado a ir para São Paulo conversar com ele para fundar e presidir o LIDE em Pernambuco. Então eu não tinha a mínima ideia, foi uma feliz coincidência, um fato inusitado e curioso para mim, que eu achei bacana porque já admirava e respeitava João Dória. O LIDE é um ecossistema de negócios fundado em 2003 por ele, que atua como representação empresarial presente em 20 cidades brasileiras e 11 países nos quatro continentes que até então eu não conhecia. Como presidente do LIDE Pernambuco, tive a oportunidade de trabalhar muito próximo e construir um bom relacionamento.

O LIDE Pernambuco, que está completando 10 anos, já no terceiro ano de atuação se tornou a segunda maior unidade do sistema LIDE, atrás apenas de São Paulo, o que favoreceu a construção de uma relação profissional consistente e próxima com João Doria, a quem sou muito grato e admirador de sua capacidade de realização.  

Manu Asfora – Conta um pouco sobre a tua trajetória no mercado de trabalho

Drayton Nejaim Filho – Eu escrevi minha trajetória a partir de ciclos que se somaram. É importante identificar o ciclo que você está vivendo e o momento de maturidade de cada ciclo. E só se adquire isso com conhecimento. Então tive um momento na minha vida em que estudei bastante, Trabalhei muito e isso foi me dando a compreensão dos ciclos profissionais. Aprendi a enxergar o ambiente de negócios com pragmatismo. E me reinventar quando necessário. Mas o mais importante para você se manter competitivo é ter reputação e um bom time de trabalho. Sozinho ninguém faz nada. Sem ser acreditado também fica difícil. Eu sou muito apoiado na minha vida. E tive o privilégio de ter sempre gente boa trabalhando comigo. E para ser competitivo é preciso ter um propósito e seguir inspirando. É o que tento fazer há 30 anos.

Manu Asfora – O sistema LIDE de Pernambuco é o segundo maior do mundo. Qual é o segredo?

Drayton Nejaim Filho – Atualmente aglutinamos 135 empresas que significam 300 líderes formalmente conectados ao nosso ecossistema. Tudo que eu conquistei na vida foi trabalhando em equipe e servindo os outros. Quando eu deixei a vaidade se sobressair eu dei dois passos para trás. Eu nunca esqueço disso. E uma coisa que importante que a vida vai dando, é a capacidade de servir sem expectativa de receber nada em troca. Quando as pessoas descobrem que têm a habilidade de servir, elas passam por uma etapa natural, que é: “Eu sirvo mas eu tenho a expectativa que você me sirva”. Isso é natural. Isso é parte do processo de amadurecimento do ser humano, isso não é uma coisa de A de B ou de C. Então quando você está mais maduro entende que não deve ter expectativa sobre nada que faça pelo próximo. Faça por você, não faça pelos outros.

Manu Asfora- Fale um pouco sobre o momento dos capítulos do LIDE em Pernambuco?

Drayton Nejaim Filho – O LIDE Mulher foi fundado há sete anos, quando ninguém clamava ainda por empoderamento feminino. É formado por 80 mulheres de grande capacidade decisória nas empresas. É presidido por Roberta Laurindo, que está no quarto ano de sua presidência. Roberta é uma economista que passou por bancos, morou 20 anos em São Paulo, trabalhou na Deloitte e é reconhecida na área de fusões e aquisições e faz um trabalho exemplar.

O LIDE Futuro também tem sete anos sendo copresidido por Daniel Asfora e Silvana Mattoso contando neste momento com 170 lideranças empresariais jovens com menos de 40 anos. Daniel Asfora. fundou o LIDE em Pernambuco comigo acumulando o LIDE Futuro com a vice-presidência do Sistema LIDE no Estado. Silvana é preparadíssima, e atua como empresária no setor de intercâmbio.

Por fim, temos o LIDE Empreendedor um ecossistema novo, presidido por Tibério Cesar. Tibério foi superintendente do Itaú, morou em São Paulo e no Ceará. Tenho uma expectativa positiva para seu desenvolvimento.

Manu Asfora – Sobre a pandemia, qual é a sua leitura do cenário empresarial pernambucano em 2020?

Drayton Nejaim Filho – A pandemia é um divisor de águas para o mundo empresarial. Não só em Pernambuco, mas em todo o Mundo. A pandemia acelerou a quebra de paradigmas. A digitalização é uma delas, as compras online, outra. A relação que a gente tem com a casa da gente, o trabalho em casa, o trabalho no escritório, o trabalho em espaços de coworking. Então a maneira como a gente se relaciona com o tempo, com a família, a maneira como a gente se relaciona com o digital mudou definitivamente. Não vai voltar. A entrada da videoconferência na vida de todo mundo, não só das lives, mas das videoconferências normais de trabalho.

Uma reunião de trabalho onde tem uma pessoa ligada lá e outra pessoa ligada aqui. O turismo empresarial deve sofrer um impacto bastante significativo e não deve se recuperar na mesma escala. Certamente isso pode implicar em diminuição do número de restaurantes e na diminuição do número de hotéis. Fusão de cias aéreas e por aí vai. O varejo, loja de shopping, loja de rua de maneira geral, acho que é um ambiente que tem um desafio importante pela frente. Acho que o turismo, de maneira geral, também.

O mercado de eventos, um mercado que aglomera, também vai se recuperar de maneira gradual e de forma diferente. O mundo passou a compreender as relações humanas de maneira diferente. Fora isso, a gente tem um movimento mundial de consolidação de empresas, quer dizer, o mundo vive uma busca pelo aumento de escala e diminuição de custos, que vai provocando fusões em mercados. Mercado de saúde, financeiro e outros ambientes onde você vai diminuindo o número de players e esses players que ficam, vão construindo uma escala maior. Acho que os empresários tiveram todos que se readaptar.

Pandemia

Aqueles que tinham colchão, tem tempo para planejar isso e para sofrer um pouco mais. Aqueles que não tinham, tiveram que fazer isso de maneira mais rápida. Mas o que eu vejo é que a necessidade faz o homem. Homem no sentido que a necessidade faz o ser humano. Então eu acho que quando as empresas se viram num momento de xeque-mate, num momento de atenção máxima, todos buscando se reinventar.

Todo mundo saiu da zona de conforto e isso vai resultar num mercado mais competitivo e qualificado, pois aqueles que não buscarem, não tiverem esse comportamento, vão sumir. E um outro dado que é importante é que a pandemia levou muitos ambientes a separarem a teimosia da persistência. Tem mercados onde o empresário é teimoso e a teimosia significa dizer que ele não vai se recuperar porque aquela não é uma questão de competência, é uma questão de limitação na relação do ambiente de consumo com o mercado onde ele está inserido. E tem mercados que sim, vão se recuperar, é uma questão de esperar o ambiente de segurança na saúde ser restituído.

Onde eu acho que o empresário pernambuco ainda precisa avançar? Sem dúvida nas relações governamentais. O empresário pernambucano é conservador, ele aposta sempre nos mesmos nomes, ele não promove uma mudança, uma renovação nos quadros políticos de representação. Ele poderia ser o indutor de novos quadros, de novas lideranças, e ele não faz isso. E no meu entendimento pessoal, ele não faz isso porque prefere preservar o negócio dele. Então as oportunidades que são aproveitadas, são oportunidades que são aproveitadas por eles estarem próximos do poder, próximos de um agente público e não por uma melhoria coletiva, gradativa.

Pandemia em Pernambuco

Em Pernambuco, cada empresa tem uma alíquota. Então muitas empresas têm uma alíquota para chamar de sua. Ou seja, tem um regime tributário diferenciado que reconhece uma determinada particularidade. Isso enfraquece a disposição de um setor se tornar competitivo. Quem se torna competitivo aqui são as empresas. Então o pensamento coletivo ainda pode avançar muito, mas eu acho que no passado esse abismo já foi maior. Hoje existe o diálogo e existe a disposição para o exercício do diálogo, o que é muito positivo. A prática muda com o tempo.

Manu Asfora – Quais os erros e acertos dos empresários pernambucanos em 2020?

Drayton Nejaim Filho – A princípio, eu acho que os empresários em Pernambuco são muito associativos. Isso é uma coisa boa. A cultura do pernambucano aumentou muito em relação a se mobilizar. Antigamente, por outro lado, o empresário não se mobilizava tanto. Hoje, então, as entidades, de uma maneira geral, são muito mais vivenciadas pelo universo empresarial. Os empresários, de todos os tamanhos em quase todos os segmentos entendem que precisam atuar de maneira unida. Seja para defender uma lei, seja para defender uma adoção de uma nova prática, seja para ganhar um mercado ou seja para diminuir o custo na compra de um insumo que vai possibilitar a esse ambiente ser mais competitivo. Então o empresário pernambucano conseguiu compreender isso bem. 

Onde eu acho que o empresário pernambuco ainda precisa avançar? Sem dúvida nas relações governamentais. Assim como o empresário pernambucano é conservador, ele aposta sempre nos mesmos nomes, ele não promove mudanças reais, uma renovação nos quadros políticos de representação. Ao mesmo tempo, ele poderia ser o indutor de novos quadros, de novas lideranças, e não faz isso. Ele não faz porque prefere preservar o negócio dele. Então as oportunidades são melhor aproveitadas por quem estar próximo do poder e não por uma melhoria no ambiente de negócios. Em síntese, em Pernambuco, cada empresa grande tem uma alíquota tributária e fiscal. para chamar de sua. Antes de mais nada, é importante dizer que essa realidade enfraquece a disposição de um setor se tornar competitivo de maneira uniforme.

Então o pensamento coletivo ainda pode avançar muito, mas eu acho que no passado esse abismo foi maior. Acredito que mudará com o tempo. Em conclusão, até lá perderemos importância relativa em relação a estados que já superaram em maior escala essa conduta histórica de negociar no varejinho.

Manu Asfora – Em conclusão, quais são os projetos para 2021?

Drayton Nejaim Filho – Em conclusão, em 2021 a minha prioridade é o LIDE, ao mesmo tempo que completa dez anos em Pernambuco respeitado e reconhecido como uma representação empresarial e ecossistema de negócios útil para a comunidade empresarial. O LIDE é uma escola e um ambiente de oportunidades. Em sua trajetória, realizou ações que funcionaram como caixa de ressonância para o empresariado e para o governo.

Sendo assim, nesse último semestre decidimos enfrentar a burocracia estruturando um comitê de desburocratização. Dessa forma colocamos luz no tema, fizemos uma pesquisa importante, ganhamos a mídia, capa de jornais locais. Assim, fizemos um estudo seríssimo, entrevistamos empresários, promovemos o diálogo e debates, com quem enfrenta isso melhor no Brasil, no governo federal, nos governos estaduais e nas prefeituras. Então o LIDE tem um papel institucional importante, discutindo, muitas vezes mediando os temas que são de interesse da sociedade e do estado de Pernambuco. E somos principalmente um ecossistema de negócios.

Promovemos relações empresariais dentro do Estado, com 20 cidades do Brasil e 11 países no Mundo. Então o objetivo em 2021 é tornar o LIDE ainda mais competitivo, ainda maior, mais representativo do que foi nessa década, porque eu estou olhando para a próxima década. O LIDE me dá a oportunidade de exercer a minha vocação de homem público estando numa atividade onde eu não preciso me vincular a um mandato, a um projeto político e nem a um partido. E isso me dá gratidão porque posso fazer isso ao lado de outros líderes da sociedade civil. O LIDE são as pessoas. Um conjunto de líderes que decide trabalhar, se conectar, se envolver, se mobilizar para tornar o ambiente de negócios, ou seja, o ambiente de todos os líderes, mais competitivo em Pernambuco. 

GRUPO PARADIGMA

Manu Asfora
Publicitária com especialidade em conectar marcas a pessoas, é a responsável pelo sucesso editorial que confere a Paradigma Jurídico o título de líder do setor editorial jurídico impresso em Pernambuco.

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